AMAZONAS- AM.” SUSPEITOS DO ASSALTO A CARRO FORTE NA BR-319 SOLTOS E VIGILANTES FERIDOS CONTINUAM INTERNADOS.

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SUSPEITOS DO ASSALTO A CARRO FORTE NA BR-319 SOLTOS E VIGILANTES FERIDOS CONTINUAM INTERNADOS NO JP II.

NOVA REDAÇÃO:

ATUALIZADO;  No dia  21/01/19  às  07:h17min  por SEGURANÇA PRIVADA jucelino… ( FOTOS e VÍDEOS  ) compartilhe.”

Sobre o episódio, mesmo sem ter sucesso na ação criminosa com o abate do blindado da PROSSEGUR, a quadrilha empreendeu fuga do local e incendiou o carro usado, o que resultou frustrado o assalto ao blindado de transporte de valores que não levava dinheiro, dessa vez, aos municípios de Humaitá e Lábrea.

CRISTOLÂNDIA, Sul do Amazonas – Nenhum dos suspeitos da tentativa de assalto ao carro forte de uma empresa de segurança privada, com filial na Capital rondoniense Porto Velho, teria sido preso até agora.

O fato ocorreu na tarde da última sexta-feira 18 ao longo da BR-319 em direção à cidade de Humaitá, sul do Amazonas. O grupo, segundo disseram vigilantes da Empresa PROSSEGUR, “nos seguia à distância, momento da dispersão dada para fuga através de uma estrada de chão”.

Na troca de tiros entre membros da quadrilha e os seguranças privados, “os pneus foram perfurados, provavelmente, por tiros de fuzil, o que resultou em ferimentos em dois ocupantes do blindado”, foi o informe divulgado pelo Destacamento da Polícia amazonense da base fincada no quilômetro 70 da BR-319.

Sobre o episódio, mesmo sem ter sucesso na ação criminosa com o abate do blindado da PROSSEGUR, a quadrilha empreendeu fuga do local e incendiou o carro usado, o que resultou frustrado o assalto ao blindado de transporte de valores que não levava dinheiro, dessa vez, aos municípios de Humaitá e Lábrea.

TEATRO OPERACIONAL – A zona da BR-319 onde ocorreu a tentativa de roubo ao carro forte é rodeada de ramais improvisados e estradas de chão que levam a inúmeros varadouros que, por sua vez, interligam-se aos rios Mucuim, Ipixuna (já na BR-230, divisa com á Lábrea e à Transamazônica) e ao distrito de Açuanópolis, à altura do quilômetro 70, a 28 da antiga Vila Preguiça.

De acordo com parte dos policiais amazonenses que atuaram no combate à quadrilha que assaltou um veículo de transporte de valores, em Manaus, “o modus operandi usado pelos bandidos no episódio da BR-319, seria o mesmo”. Porém, os de lá (Manaus) teriam sido mais profissionais na ação, apesar da Polícia tenha baleado gravemente dois integrantes da quadrilha.

Segundo afirmaram, “o que mudou é que os daqui, ao que nos parece, seriam amadores”. Ele revelou que, “aqui, se ouviu apenas tiros de um único fuzil” e  foi achado um pé de cabra e outros apetrechos de serralheria sem maçarico para fundir o cofre”.

No assalto a uma agência bancária do Banco do Brasil, em Lábrea, à época, revelaram policiais, “a rota de fuga usada após a ação da quadrilha se deu através de uma estrada de chão, ramais e varadouros que levam ao Projeto de Assentamento Joana D’Arc, na ligação dos rios Azul e Mucuim com a estrada que leva a uma das áreas da Usina de Santo Antônio”.

No desdobramento da ação frustrada de assalto ao carro forte da Empresa de Segurança Privada PROSSEGUIR, os consultores João Roberto (SP), José Ricardo Costa (GO) e Reinaldo Martins (RO) são unânimes em afirmar que “esse tipo de assalto pode, a partir do endurecimento da ação policial em Porto Velho e Rio Branco (AC) podem vir a ser rotineiros”, sem repressão e inteligência.

Para Roberto, mesmo com o uso de tecnologia de inteligência comprada a Israel e Estados Unidos pelo novo governo “o Norte e Nordeste, em menos de uma década ainda não estarão com suas policias e empresas de segurança privada azeitadas e não lutarão nas ruas em pé de igualdade com o crime organizado”.

Segundo ele, no caso das seguradoras privadas, alei ainda impede o reaparelhamento do sistema atual usado pelas empresas com armamento pesado. A legislação é clara e ainda impede a utilização de arsenal pesado, ele salientou.

As empresas, “só estão autorizadas a portar armas e munições calibre 12 e 38”, assinala José Ricardo Costa. Segundo ele, “o crime se utiliza até mesmo de fuzil 762, AR-15, AHK-47, metralhadora ponto 50 (anti-aérea de uso exclusivo das Forças Armadas)”.

– E de quando em vez, lançadores de granada, sinalizadores e veículos blindados para garantir as fugas em caso de insucesso nas operações criminosas nos grandes centros metropolitanos do país, arrematou o consultor jurídico e de área de segurança.