COLINAS- TO.” 4 PMs suspeito de grupo de extermínio será julgado na cidade de Colinas.

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PMs suspeitos de grupo de extermínio são julgados em Colinas do Tocantins
Ao todo, quatro são suspeitos de cobrar dinheiro de empresários para matar suspeitos de crimes. Grupo foi preso após jovem levar cinco tiros e ficar tetraplégico.

Por- G1 Tocantins.

NOVA REDAÇÃO:

ATUALIZADO; No dia 17/06/19 às 17:h15min por segurança privada jucelino… ( FOTOS E VÍDEOS ) compartilhe.”

Deusiran da Silva (esq.), Francisco de Assis, Gildevan das Neves e Luciano Gomes — Foto: Arte G1

Começou na manhã desta segunda-feira (17) o júri popular de dois militares acusados de integrar um suposto grupo de extermínio em Colinas do Tocantins, norte do estado. A investigação contra os PMs Gildevan das Neves Sales e Francisco de Assis Duarte do Nascimento começou em 2016 após uma tentativa de homicídio na cidade. A acusação é de que o grupo cobrava dinheiro de empresários para encontrar e matar os suspeitos de assaltos.

Outros dois homens que supostamente integravam o grupo miliciano também estão sendo julgados: Luciano Gomes Santos Almeida e Deusiran da Silva Sousa. O júri popular está sendo realizado no fórum da comarca de Colinas do Tocantins e deve durar até esta terça-feira (17).

A investigação teve início após o jovem Thales Souza Costa, que não tem passagem pela polícia, ser baleado com cinco tiros. A vítima sobreviveu, mas acabou ficando paraplégica.

Na época, a Polícia Civil informou que Gildevan Neves tinha uma empresa de segurança. Após ter conhecimento de crimes praticados em comércios e chácaras o grupo procurava as vítimas para oferecer o serviço de matar os possíveis autores dos crimes.

O inquérito apontou que o grupo cobrou R$ 6 mil de um empresário para matar um adolescente suspeito de assaltar um estabelecimento comercial. Durante o depoimento, Almeida disse que recebeu R$ 500 de Neves para atira no adolescente.

No dia do crime, o grupo não teria encontrado o adolescente e acabou baleando o irmão dele, Thales Souza costa. Os suspeitos foram presos pela polícia ainda em março de 2016.

A polícia ainda afirmou, na época, que o grupo era suspeito de envolvimento em outros homicídios.