GÁS- botijão de gás tem mais um aumento”

NOVA REDAÇÃO:

ATUALIZADO; no dia 11/12/18 às 11:h44min. Por SEGURANÇA PRIVADA Jucelino…

Gás de cozinha tem aumento de R$ 20 em 2 meses e reajuste pesa para consumidor

Em Palmas, botijão custa cerca de R$ 90. Para evitar altas, Petrobras fará novo cálculo, mas economistas não enxergam a medida com otimismo.


Petrobras anuncia novo cálculo para preço do botijão de gás
Os aumentos constantes de preço do gás de cozinha estão pensando no bolso do consumidor. Em Palmas, por exemplo, o botijão custa cerca de R$ 90. Para evitar altas, a Petrobras fará um novo cálculo. Mesmo assim, os economistas não enxergam a medida com otimismo.
Ainda não se definiu a nova fórmula, mas já foram fixados alguns parâmetros. Por exemplo, a correção do preço não deverá mais ser mensal. Com isso, evita-se a incorporação de aumentos de preços do gás no mercado internacional, sujeitos a grandes variações no curto prazo.
A aposentada Raimunda Cirqueira viu o preço do botijão de gás subir R$ 20 em menos de dois meses na capital. Como não dá para economizar nas refeições, ela procura não usar o forno para tentar fazer o gás render mais. De qualquer forma, esse é um item que tem pesado cada vez mais no orçamento. “É complicado para quem ganha um salário mínimo. Fica difícil a sobrevivência”, desabafa.
O preço do gás de cozinha cobrado das distribuidoras aumentou em 68% nos últimos seis meses. O valor não foi totalmente repassado os consumidores, mas em Palmas, o botijão que há dois meses saía por R$ 70, já custa cerca de R$ 90 reais.
A variação constante se deve a forma como o preço é calculado pela Petrobras, baseado no mercado internacional. Com tantas mudanças em tão pouco tempo, o consumidor acaba sem saber a quem recorrer e se sentindo perdido. Já que os reajustes acontecem com cada vez mais frequência e sem aviso.
Para o economista Marcello Bezerra, a mudança não deve ser positiva. “Eu não acredito que vá haver redução de preço, justamente por causa da nova metodologia. De qualquer forma acredito que vão fazer um escalonamento menor, ou seja, vão aumentar de forma mais devagar e não de acordo com o mercado internacional.”