PALMAS- Polícia faz reconstituição no local aonde O sargento da PM foi morto, por delegado da polícia.

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Polícia faz reconstituição da morte de sargento baleado por delegado em bar
O caso foi em Taquaralto no mês de abril e começou quando o delegado e os agentes pediram para o sargento abaixar o som. José Maria Rodrigues de Almeida, de 50 anos, morreu no hospital.

NOVA REDAÇÃO:

ATUALIZADO;  No dia 07/06/18 às 07:h05min por SEGURANÇA PRIVADA jucelino… ( FOTOS e VÍDEOS  ) compartilhe.”

 

A Polícia Civil fez na noite desta quarta-feira (6) uma reconstituição da morte do sargento da Polícia Militar José Maria Rodrigues de Almeida, de 50 anos. Almeida morreu após ser baleado pelo delegado Cassiano Oyama e por dois agentes que trabalhavam com ele na delegacia de homicídios de Palmas. O caso foi em um bar na região de Taquaralto, no sul de Palmas.

Todo o trabalho foi acompanhado pela Polícia Militar. O local foi isolado para que a reconstituição fosse feita. Agentes da Guarda de Trânsito de Palmas ajudaram com a interdição das ruas. A encenação foi realizada na mesma faixa de horário em que o caso aconteceu e teve a participação de peritos.

A casa do sargento fica na mesma rua do bar. O PM estava de folga e teria sido baleado após desobecer uma ordem do delegado para abaixar o volume do som. Oyama foi afastado da delegacia de homicídios e passou a atuar na área administrativa do alto escalão da Secretaria de Segurança Pública após o episódio. Os agentes Davi Neme Muradas; Gustavo Ferreira de Sena Balduíno e Hélio Vieira de Lima estão atuando na delegacia que cuida do controle de armas, munições e explosivos.

A versão do delegado é que ele havia sido chamado para um reforço policial na região. Ele e dois agentes passavam pelo bar quando perceberam o som alto e o sargento “visivelmente sob efeito de álcool”. O delegado e os policiais pediram que ele abaixasse o volume, momento em que Almeida teria reagido mostrando a arma de fogo.

Eles só teriam percebido que o baleado era um PM após chamar o reforço policial.

A Polícia Militar diz que o sargento não atirou e que ainda investiga como tudo aconteceu. O inquérito ainda não apontou responsabilidades.