PORTO NACIONAL- Preso mais um suspeito na morte de Kely, cidade de Porto Nacional a 66 km de Palmas.

NOVA REDAÇÃO:

ATUALIZADO; no dia 12/10/17 às 14:h53min. Por SEGURANÇA PRIVADA Jucelino…


Preso mais um suspeito de participar da morte de Kely em Porto Nacional
Ele é Valdisney Brito dos Santos, de 25 anos e está na prisão do município. Kely foi encontrada morta após desaparecer no dia 23 de abril.

Foi preso mais um suspeito de participar do assassinato de Kely Moreira de Castro, de 19 anos, em Porto Nacional, a 66 km de Palmas. Valdisney Brito dos Santos, de 25 anos, foi levado para a Casa de Prisão Provisória do município após um mandado de prisão provisória expedido pela justiça na última segunda-feira (2). Kely foi encontrada morta no dia 25 de abril, dois dias após desaparecer. O corpo estava no córrego Francisquinha no setor São Vicente, com as mãos e os pés amarrados com cadarço. A jovem saiu de casa para cobrar uma dívida e não voltou. No mesmo dia, ela enviou uma mensagem de ‘socorro’ para o aparelho celular do pai.



Kely Moreira de Castro saiu de casa, em Porto
Nacional, no dia 23 de abril e não voltou mais.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do estado não divulgou qual a participação de Santos na morte da jovem. O órgão informou que outras pessoas podem ter participado do crime e não divulgou mais detalhes do caso, já que as informações podem atrapalhar o andamento da investigação.
O homem que é considerado pela polícia o principal suspeito do crime foi preso no dia 26 de abril. Ele é o pedreiro Josimar Souza Brito, de 38 anos, o Mazinho. Ele primeiramente foi encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Porto Nacional, mas precisou ser transferido para Palmas por causa da repercussão do caso no município.
Brito teria um relacionamento com a vítima, segundo informações da polícia. O pedreiro foi indicado por duas garotas, que teriam visto o suspeito levando Kely em uma moto de cor amarela, em direçao ao local onde o corpo foi encontrado.
No dia 30 de abril, parentes e amigos de Kely fizeram uma caminhada em Porto Nacional em protesto pela morte da jovem. Kely era revendedora de cosméticos e sumiu após sair de casa para cobrar uma dívida. Horas depois, ela ligou para os pais dizendo que tinha encontrado um homem que iria conseguir um trabalho de babá para ela. Depois disso, ela enviou uma mensagem de ‘socorro’ para o aparelho celular do pai e só foi encontrada morta dois dias depois.