Vigilantes: querem sepultar os teus direitos, e de todos os trabalhadores brasileiros VEJA.

DIVULGAÇÃO 1° P/ USUÁRIO.”

A pretensão, e a intenção do presidente Jair Bolsonaro aos trabalhadores brasileiros.

As intenções maléficas do atual presidente brasileiro Jair Bolsonaro” e acabar com a representatividade dos Trabalhadores, deixando assim todos os trabalhadores vulnerável… tirando a representatividade e dando poder ao patronal” dando início o imperialismos no Brasil.

NOVA REDAÇÃO:

ATUALIZADO; No dia 03/04/19 às 10:h14min por SEGURANÇA PRIVADA jucelino… ( FOTOS e VÍDEOS ) compartilhe.”

Segundo o site; (segurança privada Jucelino) se as entidades representativas dos trabalhadores não existirem mais, iremos cavalgar na área dos coronealismo” na época em que os grandes coronéis… comandava os seus empregados a ferro, e fogo” na época que não existia direitos aos Trabalhadores… que por sua vez eram obrigado a trabalhar quase sem salário, às vezes trabalhavam somente para comer, às vezes não tinha nem direito a descanso” Às vezes sujeito a trabalhar quase 24 horas por dia, por causa do imperialismo patronal daquela época… tempo do coronealismo.

Presidente atual Jair bolsonaro já acabou com a primeira entidade dos Trabalhadores… (Ministério do Trabalho e emprego)” dividindo a identidade em três pastas.

FOTOS E VÍDEOS COMPLETO ( Jucelino).”

A intenção agora do presidente é acabar com (Ministério público do trabalho)” uma das entidades fortíssima, O que representa o trabalhador… em diversas maldade imposta pelos patrões.

Exemplo; serviço análoga a escravo” aonde vários fazendeiros submete aos seus Trabalhadores a conviver em locais, sub-humanos.

Essa medida provisória mas conhecida como MP” de Jair Bolsonaro… a intenção, e a pretensão do presidente” é justamente em querer acabar, e fragilizar todos os sindicatos brasileiros…

Deixando assim todos os trabalhadores em geral sem representatividade…

Dando início a uma grande escravidão” querendo voltar à época da mordaça.

ENTENDA O CASO.”

As centrais sindicais criticaram o anúncio de que o ministério será absorvido por outra pasta. Economistas se dividem entre os que avaliam que as funções a cargo do ministério poderiam ser feitas dentro de uma secretaria e os que receiam que a medida resulte em ações menos efetivas de fiscalização de regras e direitos trabalhistas.

O escopo de atuação do Ministério do Trabalho é amplo. Cabe a ele não só gerir fundos como o FAT e o FGTS, como a prestação de serviços de emissão de carteira de trabalho e concessão de seguro-desemprego. É a pasta responsável pela fiscalização e combate ao trabalho escravo e pela produção de estatísticas acerca do mercado formal. Ele também compila as informações prestadas pelas empresas anualmente por meio da Rais (Relação Anual de Informações Sociais).

  • Provavelmente, depois da Receita Federal, a maior base de informações que o governo federal possui é administrada pelo Ministério de Trabalho. A Rais tem a memória de todos os trabalhadores desde 1975 — afirma o economista Claudio Dedecca, da Unicamp, que considera a extinção da pasta preocupante diante do volume de informações pelo qual ela é responsável.

ENTENDA O CASO.” Sobre o MP de Jair Bolsonaro”

No Rio de Janeiro, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal (Sintufrj), o Sindicato dos Trabalhadores no Combate às Endemias e Saúde Preventiva (Sintsauderj) e o Sindicato dos Servidores das Justiças Federais (Sisejufe-RJ) conseguiram, por liminar, manter as contribuições sindicais por desconto direto, em vez de boletos bancários, como expresso pela MP. Em Minas Gerais, o Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal (Sintraemg) também derrubou judicialmente a manobra do governo.

“Existia ali (na MP) uma invasão da União, do Estado e do governo, em cima da liberdade de organização da classe trabalhadora e das entidades sindicais”, explica o vice-presidente do Sisejufe-RJ, Lucas Costa, sobre a decisão provisória da Justiça a favor dos sindicatos.

A MP baixada por Bolsonaro vem sendo questionada por outros movimentos e também pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que na segunda-feira (11) entrou com ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal, pedindo sua suspensão.

As centrais sindicais manifestam sua firme oposição à MP, cujas principais vítimas serão os trabalhadores e as trabalhadoras rurais, bem como seus sindicatos, dos quais foram retiradas a competência de validar os documentos necessários à concessão das aposentadorias. Este não é o melhor caminho de combater os problemas do sistema.

As grandes fraudes que fragilizam a Previdência não provêm de humildes trabalhadores. É praticada por grandes empresários, conforme se deduz da dívida da iniciativa privada com o INSS. A sonegação soma R$ 450 bilhões, de acordo com o relatório da CPI do Senado sobre o tema, um valor três vezes maior do que a diferença anual entre despesa e receita do Instituto.

A MP de Bolsonaro fere direitos da classe trabalhadora e passa ao largo dos crimes praticados pelo patronato, embora estes sejam bem mais danosos para o Estado e a sociedade civil. A reforma da Previdência proposta pelo governo tem a mesma orientação antipopular e pró-mercado, razão pela qual merece o repúdio unânime do movimento sindical e do povo trabalhador.